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CURSO online - Leituras Críticas de Dramaturgia Moderna: Críticos Estadunidenses Fundamentais (Gassner, Bentley e Carlson). Por Maria Sílvia Betti

 

CURSO online - Leituras Críticas de Dramaturgia Moderna: Críticos Estadunidenses Fundamentais (Gassner, Bentley e Carlson). Por Maria Sílvia Betti

 

Críticos Estadunidenses Fundamentais: Gassner, Bentley e Carlson.


Inscrição gratuita como ouvinte para o Curso online:

Inscrições esgotadas


 

PROGRAMA

OBJETIVOS:

Introduzir e discutir uma seleção de obras críticas relevantes para a pesquisa analítica e crítica do texto dramatúrgico em sua relação com as concepções cênicas que lhe são inerentes.

Familiarizar os alunos com a discussão crítica de textos teatrais representativos das questões formais e teóricas examinadas nos trabalhos discutidos.

 

JUSTIFICATIVAS:

O estudo do texto dramatúrgico e das concepções cênicas a que ele se liga é imprescindível para o embasamento de pesquisas em diversas áreas de Literatura Dramática, de Artes Cênicas e de Dramaturgia. Os trabalhos críticos apresentados e discutidos no programa são pontos de referência nessas áreas, e permitem a colocação de questões essenciais para um trabalho analítico aprofundado.

 

CONTEÚDO (EMENTA):

Aula 1: Introdução, contextualização e problematização da proposta.

Aulas 2 e 3: John Gassner: contextualização de seu trabalho crítico. Form and idea. Discussão de excertos.

Aula 4: Mestres do Teatro II, de John Gassner. Discussão de excertos.

Aula 5: Eric Bentley: contextualização de seu trabalho crítico. The theatre of commitment. Discussão de excertos.

Aula 6: O dramaturgo como pensador de Eric Bentley. Discussão de excertos.

Aula 7: The theory of the modern stage de Eric Bentley. Discussão de excertos.

Aula 8: Marvin Carlson. contextualização de seu trabalho. theories of the theater. Discussão de excertos relacionados à segunda metade do século XX.

Aula 9. Marvin Carlson. Performance. A critical introduction. Discussão de excertos.

Aula 10. Post dramatic theatre and post dramatic performance. Ensaio de Marvin Carlson. Discussão do texto.

Aula 11: críticos estadunidenses nos Cadernos do Tablado. Discussão de uma seleção de artigos tomados a diversos números dos Cadernos.

Aula 12: balanço do curso e reflexões de encerramento.


 

 Aula 1


Aula 2


Aula 3


Aula 4


Aula 5


Aula 6


Aula 7


Aula 8


Aula 9


Aula 10


Aula 11



Inscrição gratuita como ouvinte para o Curso online: 

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Leituras Críticas de Dramaturgia Moderna:
 Críticos Estadunidenses Fundamentais (Gassner, Bentley e Carlson). 

Docente responsável: Maria Sílvia Betti – FFLCH-USP

Transmissões online via Google Meet: de 11 de março a 27 de maio de 2025

Terças-feiras: das 14h às 18h

Organização: Agenor Bevilacqua Sobrinho – Cia. Fagulha 

 

 

Colabore com o Blog do Agenor Bevilacqua Sobrinho

 

Visite: www.ciafagulha.com.br



Leituras críticas de dramaturgia moderna estadunidense e brasileira. (1965-1972)


Leituras críticas de dramaturgia moderna estadunidense e brasileira. (1965-1972)



OBSERVAÇÕES: Esta disciplina será oferecida a distância no 2º semestre letivo de 2020. Os textos do Programa estarão disponíveis na plataforma Moodle USP e-disciplinas.


NOME DA DISCIPLINA:
Leituras críticas de dramaturgia moderna estadunidense e brasileira. (1965-1972)
VALIDADE INICIAL (Ano/Semestre): 2020, 2º. SEMESTRE
Aulas Teóricas: Aulas Práticas, Seminários e Outros
DURAÇÃO EM SEMANAS: 12
DOCENTE(S) RESPONSÁVEL(EIS): Profa. Dra. Maria Sílvia Betti
Prof. Dr. Eduardo Luís Campos Lima


Link de acesso à página da disciplina no Moodle:



PROGRAMA


OBJETIVOS: Analisar e discutir uma seleção de peças teatrais relevantes para o estudo do papel do teatro e da dramaturgia moderna no contexto estadunidense e brasileiro no período compreendido entre 1965 e 1972.
JUSTIFICATIVAS: O estudo do texto dramatúrgico tem papel formativo fundamental nas áreas de Literatura Dramática, de Artes Cênicas e de Dramaturgia. Os textos dramatúrgicos que fazem parte do programa desta disciplina tiveram papel importante dentro da constituição de um repertório de procedimentos formais estratégicos no período mencionado (1965-1972) tanto no contexto teatral dos Estados Unidos como no do Brasil. Dentro desse período, transformações históricas, políticas e culturais importantes estavam em curso e foram, em alguma medida, figuradas na tessitura dramatúrgica dessas peças. O estudo analítico dessa dramaturgia permitirá a colocação de questões essenciais para um melhor entendimento da própria dramaturgia contemporânea.

CONTEÚDO (EMENTA):

Aula 1: Introdução, contextualização e problematização da proposta da disciplina dentro do momento atual de crise econômica, sistêmica e sanitária, isolamento social, aulas online e pandemia. Perspectivas e prioridades de pesquisa.

Aula 2: “Quem tem medo de Virginia Woolf?”, de Edward Albee. Análise e discussão. Montagem brasileira dirigida por Maurice Vaneau com Cacilda Becker, Walmor Chagas, Fulvio Stefanini e Lilian Lemertz em 1965.

Aula 3: “Moço em estado de sítio”, de Oduvaldo Vianna Filho. Análise e discussão.
Peça de 1965 escrita pelo autor dentro do grupo Opinião. Não liberada pela censura na época.

Aula 4: “A História do Jardim Zoológico”, de Edward Albee. Montagem dirigida por Emílio Fontana com Raul Cortez em 1966 e “Vida doméstica”, prequela de “A História do Jardim Zoológico” escrita em 2009. Inédita no Brasil como encenação.

Aula 5: “Dois perdidos numa noite suja”, de Plínio Marcos. 1966. Estreia profissional do autor.

Aula 6: “As bruxas de Salém”, de Arthur Miller. Montagem em 1965 sob a direção de João Bethencourt.

Aula 6: “Papa Highirte”, de Oduvaldo Vianna Filho. Premiada com o 1º lugar no concurso de Dramaturgia do Serviço Nacional de Teatro em 1968 e em seguida proibida pela Censura. Primeira montagem realizada clandestinamente em 1976 pelo Grupo de Teatro de Ciências Sociais da FFLCH-USP com a direção de Tin Urbinatti.

Aula 7: “Berro”, de Tennessee Williams. Versão final no contexto de origem em 1972. Traduzida e apresentada no Brasil em 2013 em montagem do grupo TAPA dirigida por Eduardo Tolentino.

Aula 8: Missa Leiga”, de Chico de Assis. Escrita em 1971 e montada em 1972 com direção de Ademar Guerra, após enfrentar diversos impedimentos criados pela censura.

Aula 9: “Um equilíbrio delicado”, de Edward Albee. Montagem de 1971 dirigida por Maurice Vaneau.

Aula 11. “Corpo a corpo” Monólogo de Oduvaldo Vianna Filho. Encenado em 1970 sob a direção de Antunes Filho.

Aula 12: Balanço final das discussões.


BIBLIOGRAFIA:

ABBOTSON, Susan. Critical Companion to Arthur Miller. A literary reference to his life and work. New York: Facts on File. 2007.
ALBEE, Edward. A história do jardim zoológico. Tradução de Luís Carlos Maciel. In Cadernos do Tablado n. 85. Abril-maio-junho 1980. Ministério da Educação e Cultura. Serviço Nacional de Teatro – SEAC – FUNARTE
_______. At home at the zoo. Arquivo pdf
_______. Counting the ways. A vaudeville. Arquivo pdf.
_______. A delicate balance. Arquivo pdf
_______. Um equilíbrio delicado. São Paulo: Editora Bloch Coleção Ribalta. 1969.
_______. Quem tem medo de Virginia Woolf? Tradução Nice Rossoni. São Paulo: Abril Cultural, 1977.
_______.  Which theater is the absurd one? Arquivo pdf
_______. Vida doméstica. (Homelife) Tradução inédita de Augusto César. 2017.
ALMEIDA PRADO, Décio. O teatro brasileiro moderno. São Paulo: Perspectiva/Editora da Universidade de São Paulo. 1988.
Cultural, 2013.
ASSIS Chico. Missa Leiga. In Teatro Seleto volume 2. Rio de Janeiro: FUNARTE, 2013.
BERCOVITCH, Sacvan (ed.) The Cambridge History of American Literature Volume 3 Prose Writing 1860-1920. Cambridge University Press 2005.
BETTI, Maria Sílvia. O corpo a corpo de um dramaturgo em tempos sombrios: concepções dramatúrgicas no trabalho de Oduvaldo Vianna Filho na fase pós AI-5. In PARANHOS, Kátia (org.) História, teatro e política. São Paulo: Boitempo. 2012.
_______. Perspectivas experimentais e críticas nas peças em um ato de Tennessee Williams. In VICENTE, Adalberto Luís & JUNQUEIRA, Renata. Teatro, cinema e literatura: confluências. Pró Reitoria da Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho. 2014.
BIGSBY. C. W. E. Modern American Drama. 1945-2000. Cambridge University Press. 2004.
BRUSTEIN, Robert. The theatre of revolt. Studies in modern drama from Ibsen to Genet. Chicago: elephant Paperbacks/ Ivan R. Dee. 1991.
_______. Coisas de jornal no teatro. São Paulo: Expressão Popular. 2014.
CAMPOS LIMA, Eduardo. Procedimentos formais do jornal vivo Injunction granted (1936), de Federal Theatre Project, e de Teatro Jornal: Primeira Edição (1970), do Teatro de Arena de São Paulo. Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Estudos Linguísticos e Literários em Inglês da FFLCH-USP. 2013.
CÂNDIDO, Antonio. Feitos da burguesia (prefácio). In GALVÃO, Maria Rita. Burguesia e cinema. O caso Vera Cruz. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 1981.
_______. Iniciação à literatura brasileira: resumo para principiantes/
3. ed.– São Paulo: Humanitas/ FFLCH/USP, 1999.
_______. O direito à literatura. In Vários Escritos. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2011. 5ª. edição corrigida pelo autor.
CARLSON, Marvin. Modern Theatre’s Expansion into Reality. ARJ | Brazil | V. 3, n. 1 | p. 1-19 | Jan. / June 2016.
_______. The Resistance to Theatricality. SubStance, Vol. 31, No. 2/3, Issue 98/99: Special Issue: Theatricality (2002), pp. 238-250 Published by: University of Wisconsin Press Stable URL: http://www.jstor.org/stable/3685489 Accessed: 29/01/2009
DEL RIOS, Jeffferson. Crítica Tetral Vol. I e II. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado. Coleção Aplauso. 2010.
ESSLIN, Martin. The Theatre of the Absurd. In The Tulane Drama Review, Vol. 4, No. 4 (May, 1960), pp. 3-15The MIT Press Stable URL: http://www.jstor.org/stable/1124873. Accessed: 20/11/2013 01:44.
FLANDOLI, Elizabeth B. Dramaturgia e ficção curta: um estudo de suas ligaçõesna obra teatral de Tennessee Williams. [1911-1983]. Tese de doutorado apresentada ao Programa de Estudos Linguísticos e Literários em Inglês da FFLCH-USP.2016.
FLORES, Fulvio Torres. Da Depressão às raízes do macartismo: representação de questões sócio-históricas em ‘American Blues’ de Tennessee Williams. Tese de doutorado apresentada ao Programa de Estudos Linguísticos e Literários em Inglês da FFLCH-USP. 2013.
GARCIA, Clóvis. A crítica como ofício. GUIMARÃES, Carmelinda. (Org.). São Paulo: Imprensa Oficial do Estado/Fundação Padre Anchieta. Coleção Aplauso. 2006.
GARCIA, Miliandre. Ou vocês mudam ou vocês acabam. Teatro e censura na ditadura militar (1964-1985). Tese de Doutorado apresentada Programa de Pós-graduação
em História Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 2008.
GOUVEIA, Leila V. B. Maurice Vaneau. Artista Múltiplo. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado. Coleção Aplauso. 2006.
HOBSBAWM, Eric J. A era dos extremos. O breve século XX. 1914-1991. Tradução: Marcos Santarrita Revisão técnica: Maria Célia Paoli 2° edição 9a
reimpressão. São Paulo: Companhia das Letras.
KRUTCH, Joseph Wood. The American Drama since 1918. An informal history. New York: Random House. 1939.
HRUBY, Norbert Joseph, "Expressionism in the Twentieth Century American Drama" (1941). Master's Theses. Paper 216. http://ecommons.luc.edu/luc_theses/216. Acesso em 01 de junho de 2020.
LICIA, Nydia. Eu vivi o TBC. São Paulo: Imprensa Oficial do Estad. Coleção Aplauso. 2007.
MAGALDI, Sábato. O texto no teatro. São Paulo: Perspectiva/Editora da Universidade de São Paulo. 1989.
MARCOS, Plínio. Dois perdidos numa noite suja. Arquivo pdf.
MARTINS, Rafael. Nobody knows when you’re down and out. A encenação de ‘Alguns blues do Tennessee’ pelo Grupo TAPA de São Paulo. Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da ECA-USP. 2017.
MENDES, Oswaldo. Bendito maldito. Uma biografia de Plínio Marcos. São Paulo: Leya. 2009.


MILLER, Arthur. Collected Plays. Vol. 1. New York: The Viking Press. 1957.
_______. Depois da Queda. Tradução de Eurico Fernandes. Lisboa: Portugália Editora. 1964.
_______. As bruxas de Salém. Arquivo pdf.
_______. The crucible. Arquivo pdf.
NAPOLITANO, Marcos. História do regime militar brasileiro. São Paulo: Contexto. 2014.
_______. O golpe de 1964 e o regime militar brasileiro. Apontamentos para uma revisão historiográfica. Contemporânea.2011.
PURDY, Sean. O Século Americano. In KARNAL et alii. História dos Estados Unidos das origens ao século XXI. São Paulo: Contexto. 2007.
_______. Conjuring History: the Many Interpretations Of The Salem Witchcraft Trials. Rivier College, with permission. ISSN 1559-9388 (online version).
RAULINO, Berenice. A contribuição de Ruggero Jacobbi para o teatro brasileiro. In Ouvirouver n. 1. Revista do Departamento de Música e Artes Cênicas, da Faculdade de Artes, Filosofia e Ciências Sociais, da Universidade Federal de Uberlândia. 2005.
RIDENTI, Marcelo. O fantasma da revolução brasileira.2ª edição revista e ampliada. São Paulo: Editora da UNESP, 2005.
ROCHA FILHO, Rubem. Albee, processo e tentativa. Resumo histórico do teatro americano a partir de 1920. In Cadernos do Tablado n. 40. Ministério da Educação e Cultura. Serviço Nacional de Teatro – SEAC – FUNARTE.
ROSZAK, Theodore. The making of a counterculture. Reflections on the technocratic society and its youthful opposition. New York Anchor Books/ Doubleday & Company,1969.
SKIDMORE, Thomas. Brasil: de Getúlio a Castello. Traduzido do original em inglês
The Politics of Military Rule in Brazil 1964-85. Tradução Mário Salviano Silva
5a Reimpressão. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1988.
SMITH HOWARD & HEINTZELMAN, Greta. Critical Companio to Tennessee Williams. A literary reference to his lefe and work. New York: Facts on File. 2005.
SCHNEIDER, Kelsey C., ""The Embrace is Inevitable": Connection and Audience Engagement in Tennessee Williams' The Two-Character Play" (2014). College of William & Mary Undergraduate Honors Theses. Paper 23. http://publish.wm.edu/honorstheses/23. Acesso em 01 de junho de 2020.
TOLEDO, Luís Márcio Arnaut de. O Tennessee Williams desconhecido e experimental de seis peças em um ato das décadas de 1960 a 1980: abordagem, análise e contexto das personagens femininas. Tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da ECA-USP. 2019.
VANSPANCKEREN, Kathryn. UNITED STATES DEPT. OF STATE. American Literature. Revised Edition. 1994.
VASCONCELOS, Maria Luisa Teixeira (Org.). A crítica teatral de João Apolinário. Memória do Teatro Paulista de 1964 a 1971. Volume I e II. Ministério da Cultura/Petrobrás
VIANNA FILHO, Oduvaldo. Corpo a Corpo. Coleção Vianninha Digital. Arquivo pdf
_______. Moço em estado de sítio. Coleção Vianninha Digital. Arquivo pdf.
_______. Papa Highirte. Coleção Vianninha Digital. Arquivo pdf.
_______. Papa Highirte. São Paulo: Temporal. 2019.
_______. Um pouco de pessedismo não faz mal a ninguém. In Revista Civilização Brasileira Caderno Especial número 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, set.out.nov de 1968.
VIOTTI, Sérgio. Teatro americano: um teatro à procura de uma continuidade. in Cadernos do Tablado n.40. Ministério da Educação e Cultura. Serviço Nacional de Teatro – SEAC – FUNARTE
WILMETH, D. & BIGSBY C. W. E. (ed.) The Cambridge History of American Theatre vol. III: Post War to the 1990’s. Cambridge University Press. 2000.
WILLIAMS, Tennessee. Berro (Outcry). Tradução inédita de Kadi Moreno.2013.
_______. Grito d’alma. (Outcry). Tradução de FranciscoCArneiro da Cunha. Lisboa: Factash. 2004.




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Conheça também:


de Maria Sílvia Betti (organizadora da edição de Rasga Coração)


Dramaturgia Comparada Estados Unidos / Brasil: Três estudos

Autora: Maria Sílvia Betti

Editora: Cia. Fagulha

ISBN 13:       978-85-68844-03-8

Páginas:       360











e-mail: 
editora@ciafagulha.com.br


WhatsApp: (11) 95119-8357


Leituras críticas de dramaturgia moderna. Críticos estadunidenses fundamentais (Gassner, Bentley e Carlson). Por Maria Sílvia Betti


Leituras críticas de dramaturgia moderna.
Críticos estadunidenses fundamentais (Gassner, Bentley e Carlson). 
Por Maria Sílvia Betti.

Aula de 24/03/2020

24 de março

Tema da aula
 - Introdução, contextualização e problematização da proposta da disciplina de pós-graduação intitulada LEITURAS CRÍTICAS DE DRAMATURGIA MODERNA. CRÍTICOS ESTADUNIDENSES FUNDAMENTAIS (GASSNER, BENTLEY E CARLSON), oferecida no Programa de Estudos Linguísticos e Literários em Inglês da FFLCH-USP, Departamento de Letras Modernas, Linha de Pesquisa Contatos Literários.

Maria Sílvia Betti (docente)


Link de acesso à página da disciplina no Moodle:



OBJETIVOS:
Introduzir e discutir uma seleção de obras críticas relevantes para a pesquisa analítica e crítica do texto dramatúrgico em sua relação com as concepções cênicas que lhe são inerentes.
Familiarizar os alunos com discussão crítica de textos teatrais representativos das questões formais e teóricas examinadas nos trabalhos discutidos.

JUSTIFICATIVAS: O estudo do texto dramatúrgico e das concepções cênicas a que ele se liga é imprescindível para o embasamento de pesquisas em diversas áreas de Literatura Dramática, de Artes Cênicas e de Dramaturgia. Os trabalhos críticos apresentados e discutidos no programa são pontos de referência nessas áreas, e permitem a colocação de questões essenciais para um trabalho analítico aprofundado.

CONTEÚDO (EMENTA):
Aula 1: Introdução, contextualização e problematização da proposta.
Aulas 2 e 3: John Gassner: contextualização de seu trabalho crítico. Form and idea, de John Gassner. Discussão de excertos.
Aula 4: Mestres do Teatro II, de John Gassner. Discussão de excertos.
Aula 5: Eric Bentley: contextualização de seu trabalho crítico. The theatre of commitment. Discussão de excertos.
Aula 6: Eric Bentley. O dramaturgo como pensador. Discussão de excertos.
Aula 7: Eric Bentley. The theory of the modern stage. Discussão de excertos.
Aula 8: Marvin Carlson. contextualização de seu trabalho. The Theory of the modern stage: an introduction to modern theatre and drama. Discussão de excertos relacionados à segunda metade do século XX.
Aula 9. Marvin Carlson. Performance. A critical introduction. Discussão de excertos.
Aula 10. Marvin Carlson. Post dramatic theatre and post dramatic performance. Discussão do texto do ensaio.
Aula 11: críticos estadunidenses nos Cadernos do Tablado. Discussão de uma seleção de artigos tomados a diversos números dos Cadernos.
Aula 12: balanço do curso e reflexões de encerramento.

A proposta deste curso é estudar como e com que perspectivas a dramaturgia moderna é abordada e discutida nos trabalhos de três críticos estadunidenses: John Gassner [1902-1967], Eric Bentley [1916-] e Marvin Carlson [1935-].
Por dramaturgia entende-se o conjunto de textos escritos para o teatro em suas diferentes configurações formais (tragédias, comédias, dramas, melodramas, etc.). Por moderna entende-se a dramaturgia escrita entre o final do século XIX e o final da segunda metade do século XX.
A dramaturgia interessa a todos os que desejam investigar de que forma o teatro representou, em seus textos, as transformações sociais, econômicas e culturais à sua volta.
O texto não é a instância única e nem a principal de expressão no teatro, como se sabe. Mas o seu apagamento do campo de estudos de teatro tem causado sérios danos à formação da sensibilidade pensante de várias gerações de pesquisadores e de intérpretes. No contexto atual, as práticas teatrais não dramatúrgicas tendem a prevalecer tanto nos programas de estudo acadêmico como em grande número encenações em São Paulo, o que ocorre por motivos diversos e que não nos cabe neste momento específico do curso discutir.
Na FFLCH especificamente o estudo de dramaturgia existe dentro de disciplinas das áreas de Teoria Literária, Literatura Brasileira e de algumas das literaturas estrangeiras. Isso ocorre como resultado do trabalho desenvolvido por Décio de Almeida Prado [1917-2001], crítico, historiador do teatro brasileiro e professor que, entre 1966 e 1984, ministrou cursos e publicou obras que formaram várias gerações de docentes e pesquisadores.
No momento em que estamos, em 2020, grande parte dos estudos teórico-críticos de dramaturgia na FFLCH são norteados pela abordagem teórica de Peter Szondi, autor de “Teoria do Drama Moderno 1880-1950”.
Estudioso das configurações estilísticas na dramaturgia, Szondi examinou os processos pelos quais os dramaturgos, nos períodos de grandes transformações da sociedade à sua volta, haviam sido obrigados a criar estratégias compositivas que lhes permitissem continuar escrevendo dentro dos preceitos vigentes, mas sem deixar de tratar do que era necessário e emergente. Szondi observa e analisa os “ajustes” formais que foram tendo que ser feitos nesse sentido pelos dramaturgos dessas épocas de transformações históricas entre 1880 e 1950, e dedica particular atenção às mudanças estilísticas observadas no campo do expressionismo, da revista política de Erwin Piscator, do teatro épico de Bertolt Brecht, do conceito de “montagem”, da impossibilidade flagrada na forma dramática utilizada por Pirandello, do surgimento do monólogo interior e do emprego do “eu épico” como diretor de cena, recurso utilizado pelo dramaturgo estadunidense Thornton Wilder [1897-1975] na peça “Nossa Cidade” (1938).
Particular atenção é dedicada por Szondi à análise de peças de três autores estadunidenses: Eugene O’Neill [1888-1953], Arthur Miller [1914-2005] e o já mencionado Thornton Wilder. Isso não ocorre por acaso: em peças desses autores, aspectos então historicamente recentes dos mecanismos de desagregação da individualidade, da alienação do sujeito anônimo dentro de uma sociedade massificada e da exploração de sua força de trabalho se apresentavam com configurações estilísticas dignas de nota.
O contexto teatral estadunidense é radicalmente diferente do alemão, do francês e do inglês. Nos Estados Unidos, desde os primórdios da colônia e da república recém-fundada, o teatro era fruto de práticas comerciais e empresariais. Era empreendimento comercial e era ofício. Era basicamente business. Na época da Grande Depressão econômica, na década de 1930, o governo de Franklyn Delano Roosevelt teve que criar um projeto de âmbito federal (o Federal Theatre Project) para salvar da crise milhões de trabalhadores do mundo dos espetáculos, pois estes representavam um quinhão considerável da força de trabalho do país nesse período.
Obviamente, nesse contexto os dramaturgos precisaram lançar mão de recursos compositivos específicos, já que estavam no epicentro do mundo capitalista e numa sociedade que tinha raízes históricas diferentes das dos países europeus.
Assim, o teatro estadunidense, durante a primeira metade do século XX, foi desenvolvendo feições que passaram a diferenciá-lo do teatro praticado em outros países, seja pelo fato de que os Estados Unidos tinham se tornado a nação econômica e militarmente hegemônica no plano internacional, seja pelo gigantesco crescimento de sua indústria de cinema e mídia e por seu imenso poder de construir e de vender imagens.
Ao longo desse período, dois nomes surgidos no campo da crítica, entre os anos 1920 e 1930, haviam se consolidado como referências tanto para diretores e encenadores como para estudiosos do teatro nos Estados Unidos: um era o de John Gassner [1903-1967], húngaro de nascimento (como Szondi) e radicado nos Estados Unidos desde 1911, e o outro era o de Eric Bentley [1916-], inglês de nascimento mas radicado nos Estados Unidos onde seguiu carreira acadêmica. Ambos, com diferentes trajetórias e perspectivas de trabalho, viriam a se tornar autores de obras de historiografia e análise crítica de dramaturgia que exerceram importante papel tanto por suas abordagens como pela ampla circulação editorial que tiveram em diferentes países, inclusive no Brasil.
Gassner era crítico teatral e curador de repertório (play reader) do Theater Guild, um importante núcleo de modernização dramatúrgica nos anos 1940 nos Estados Unidos, e trabalhou como docente temporário convidado na Universidade de Columbia, em New York, precisamente no período em que Augusto Boal lá estagiou, no início dos anos 1950.
Bentley, por sua vez, traduziu Brecht para o inglês, além de ter sido seu interlocutor e divulgador de seus trabalhos e escreveu um dos mais importantes livros sobre o engajamento no teatro.
Parte considerável da obra crítica de Gassner e de Bentley trata precisamente da dramaturgia do período estudado por Szondi em “Teoria do Drama Moderno”, mas as abordagens de um e de outro enveredam, necessariamente, por caminhos conceituais e metodológicos diversos. Gassner ministrava concorridas oficinas de estudo frequentadas por aspirantes a dramaturgo e por atores e atrizes. Foi por indicação sua que Augusto Boal, em seu período de estágio acadêmico em New York, teve carta branca para assistir oficinas de interpretação no disputadíssimo Actors’ Studio.
Bentley, por sua vez, exerceu papel importante para a recepção e os estudos de Brecht nos Estados Unidos, sem dúvida um considerável desafio, mas acima de tudo uma contribuição importante para o aporte das concepções brechtianas de pensamento teatral num contexto que lhes era tão distinto e em alguma medida tão adverso como o da sociedade estadunidense. Brecht havia vivido nos Estados Unidos entre 1941 e 1947, ano em que voltou para a Alemanha logo após prestar depoimento, sob intimação, perante o Subcomitê de Atividades Antiamericanas do Senado presidido pelo republicano Joseph McCarthy. Tensa e árdua havia sido sua vida de trabalho criador nos Estados Unidos nos anos em que lá viveu, e que se encontram registrados em um dos volumes de seus “Diários de Trabalho”.
Se tanto Gassner como Bentley haviam abordado em seus trabalhos críticos da dramaturgia de que trata Szondi, em “Teoria do Drama Moderno”, como seria a experiência de estudo de alguém que se interessasse em olhar para essa dramaturgia tomando por base os trabalhos deles dentro do contexto estadunidense? Que recortes temáticos e que ferramentas expressivas lhes pareceram dignas de nota, e por que razões? Que perspectiva historica seus trabalhos construíram nos Estados Unidos, um país que era historicamente novo, como o Brasil, mas que se caracterizava pela enorme contradição de ser hegemônico por sua economia, poder militar e indústria cultural, mas de até certo ponto dependente e importador de ideias?
Uma das questões que prontamente ocorriam a partir dessa pergunta, dizia respeito justamente ao épico: Szondi vê o épico como configuração expressiva que supera o dramático, o que o leva, nas observações finais de seu livro, a dizer, como ressalva necessária, que a historia da dramaturgia moderna ainda não tinha chegado ao seu último ato.
Ora, vista a partir dessa premissa (a de que o épico é a via de superação expressiva do dramático), a maior parte da dramaturgia estadunidense moderna teria que ser posta de lado por ser supostamente superada ou desprovida de interesse, já que não é o épico a estrutura com que se configura parte considerável das peças que formam o que poderíamos chamar de um cânone dramatúrgico moderno dos Estados Unidos. Seria como se deixássemos implícita a ideia de que a sociedade estadunidense, em que as forças produtivas capitalistas haviam atingido seu grau máximo de desenvolvimento, de exploração do trabalho e de alienação, não havia conseguido produzir uma única forma de expressão dramatúrgica que representasse os processos que lhe eram inerentes.
 É o próprio livro de Szondi que desmente esse entendimento: as peças de O’Neill, Miller e Wilder não lhe teriam interessado se ele não tivesse detectado nelas mecanismos estilísticos dignos de nota e dotados de especificidade representativa para seu estudo.
Sendo assim, uma nova pergunta se colocava necessariamente: de que forma Gassner e Bentley, críticos que atuaram tão centralmente dentro do mesmo contexto ao qual pertenciam esses dramaturgos estadunidenses, tratariam das transformações da dramaturgia moderna estudada por Szondi? Essa pergunta, nascida da curiosidade analítica, se tornou o gatilho propositivo do programa deste curso.
O trabalho crítico guarda sempre em si, de alguma forma, as marcas de seu tempo e de suas circunstâncias, e com isso faz surgirem, posteriormente, percepções que contrastam com as de outros momentos históricos e contextos. Ao revelarem em suas entrelinhas desvios ou lacunas de análise, trabalhos críticos significativos de outros períodos e contextos podem tornar flagrantes formas de percepção e de entendimento atuais, colocando em relevo as suas raízes históricas.
Tanto Gassner como Bentley foram extremamente prolíficos, e seus trabalhos constituem um conjunto extenso e representativo de abordagens que se revelam promissoras para o que se deseja estudar no programa proposto. Para essa finalidade foram tomados os seguintes livros, dos quais serão selecionados para leitura e discussão excertos previamente indicados: de John Gassner, “Form and Idea” e “Masters of Theatre II”, e de Eric Bentley, “The playwright as thinker” e “A experiência viva do teatro”.
Um outro lado da questão se apresentava, porém, no tocante ao contexto dramatúrgico posterior tanto ao de Szondi, que faleceu em 1971, como ao de Gassner (falecido em 1967) e de Bentley, em que pese a extraordinária longevidade deste: ficaria de fora do programa a dramaturgia das décadas finais do século XX? No contexto dos estudos teatrais contemporâneos, as obras teóricas do francês Jean-Pierre Sarrazac [1946-] e do alemão Hans Thies Lehman [1944-] mostravam ser, na FFLCH e fora dela, referências importantes para o campo de estudos de teatro.
Sarrazac havia escrito “O futuro do drama”, resultado de sua tese de doutoramento na Sorbonne nos anos 1970, trabalho que viria a ganhar tradução em Portugal em 2002. O fulcro de sua abordagem era a observação do processo que ele chamou de rapsodização do drama, numa perspectiva de análise que divergia e criticava a de Szondi.
Em que pese a forte ressonância das concepções de Sarrazac para o campo de estudos de teatro dessas últimas décadas do século XX, foi o livro de Lehman, “O teatro pós-dramático”, lançado em edição brasileira em 2007 com prefácio de Sérgio de Carvalho, que se revelou como fortemente determinante dos estudos e das práticas cências experimentais realizadas na USP e em seus entornos teatrais.
Lehman partia da superação histórica da forma do drama colocando em foco as modalidades de teatro contemporâneas que se apoiavam em outros parâmetros que não os do texto e os da ação cênica simbólica e mimética.
O conceito de “pós-dramático” ali introduzido aplicava-se às poéticas caracterizadas pela fragmentação da narrativa e pela desconstrução da mimese, e teve rápida acolhida tanto no âmbito acadêmico como nos meios ligados à criação teatral e à encenação. Uma inegável afinidade ligava-o ao conceito de “pós-moderno”, formulado nos anos 1990 e prontamente acatado por setores hegemônicos da crítica literária e artística. Esse aspecto, sem dúvida, contribuiu para a rápida assimilação do “pós-dramático” como perspectiva de atualização teórica amplamente acolhida nos estudos de teatro no Brasil. Em seu livro Lehmann apontava a tendência do teatro contemporâneo de absorver e incorporar elementos da arte performática e de rituais e cerimônias de diferentes naturezas, e enfatizava o fato de, nas modalidades ditas “pós-dramáticas” de teatro, o trabalho “não mais aspirar à expressão de uma totalidade”.
Por um lado, sua abordagem tratava como instigantes e profícuas as poéticas que se apoiavam na descontinuidade e nas fraturas e lacunas da representação simbólica; por outro, subentendia como obsoletas e equivocadas as poéticas que procuravam estabelecer conexões, analisar perspectivas de conjunto e historicizar a relação do teatro com a matéria sociopolítica simbolicamente representada por meio dele.
Se o programa proposto para o curso se dispunha a tratar de vozes críticas representativas no contexto estadunidense, quem ou qual seria o autor que ofereceria material para que não se deixasse de olhar, sob a perspectiva da dramaturgia, também justamente para o período mais próximo do contemporâneo?
O trabalho de Marvin Carlson [1935-], teórico e professor da City University of New York, forneceu a resposta por meio de um extenso conjunto de trabalhos relacionados ao assunto. Dentre eles constava com destaque “Theories of the theater. A historical and critical survey from Greeks to the present”, publicado nos Estados Unidos em 1995 e lançado em tradução brasileira em 1997 pela Editora da UNESP, mas constava também um ensaio de 2015 publicado na “Revista Brasileira de Estudos da Presença”, e que tinha o instigante título de “Teatro Pós-dramático e Performance Pós-dramática”.
Embora outros trabalhos da extensa obra crítica e teórica de Carlson também estivessem disponíveis para o leitor brasileiro, esses dois — e particularmente esse último — dialogavam de forma interessante com os estudos das configurações da dramaturgia numa era histórica caracterizada por sua assim chamada superação, e sem abstrair o contexto da dramaturgia e do teatro estadunidenses.
Completava-se, assim, o terceiro elo da corrente para a proposta do programa deste curso.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

John Gassner

Form and idea. The Dryden Press; First Edition edition (1956).
Mestres do teatro II. [tradução e organização Alberto Guzick e J. Guinsburg]. São Paulo: Perspectiva, 1996.

Eric Bentley

The theatre of commitment, and other essays on drama in our society. New York: Atheneum, 1967.
O teatro engajado / Eric Bentley; tradução de Yan Michalski -- Rio de Janeiro: Zahar, 1969.
O dramaturgo como pensador: um estudo da dramaturgia nos tempos modernos: Wagner, Ibsen, Strindberg, Shaw, Pirandello, Sartre, Brecht / Eric Bentley; tradução de Ana Zelma Campos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.
The Theory of the modern stage: an introduction to modern theatre and drama / edited by Eric Bentley. London: Penguin, 1992.

Marvin Carlson

Teorias do teatro: estudo histórico-crítico, dos gregos à atualidade / Marvin Carlson. São Paulo: Ed. da UNESP, 1997.
Performance: a critical introduction / Marvin Albert Carlson . New York: Routledge, 2004.
Performance: uma introdução crítica / Marvin Carlson; tradução Thais Flores Nogueira Diniz, Maria Antonieta Pereira. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2010.
Postdramatic Theatre and Postdramatic Performance. Rev. Bras. Estud. Presença, Porto Alegre, v. 5, n. 3, p. 577-595, Sept./Dec. 2015.
Teatro Pós-dramático e Performance Pós-dramática. Rev. Bras. Estud. Presença, Porto Alegre, v. 5, n. 3, p. 577-595, set./dez. 2015.


Site da Internet: Acervo online dos Cadernos do Tablado. http://otablado.com.br/cadernos


Obs. Outros trabalhos críticos e teóricos serão indicados ao longo da disciplina.





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de Maria Sílvia Betti (organizadora da edição de Rasga Coração)

Dramaturgia Comparada Estados Unidos / Brasil: Três estudos
Autora: Maria Sílvia Betti
Editora: Cia. Fagulha
ISBN 13:       978-85-68844-03-8
Páginas:       360





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