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Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #10 - 09 de novembro de 2025 - domingo, às 20h - Cia. Fagulha

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #10

09 de novembro de 2025 - domingo, às 20h

Cia. Fagulha

 


Conjuntura, Arte e Cultura #10

 

 

Programa da Cia. Fagulha

AO VIVO: Domingo, às 20h.

Programa #10

09/11/2025.

 

 

Agenor Bevilacqua e Eça Pereira

conversam sobre conjuntura, arte e cultura (no Brasil e no mundo)

 

 

 

CONJUNTURA

 

Mundo

 

1) Como derrotar a extrema-direita - a vitória de Zohran Mandani.

 

2) Imperialismo sem máscaras - Trump, para obter petróleo sem pagar, ameaça invadir Venezuela, Nigéria etc.

 

 

Brasil

 

3. COP30 e as contradições do Brasil.

 

 


ARTE E CULTURA

 

A síntese na charge política.

 

 

 

 

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Promoção continua: Para comemorar a condenação do chefe da organização criminosa golpista e de seus cúmplices, a Editora Cia. Fagulha concede 20% de desconto em seus títulos próprios até o final de novembro de 2025.

 

 

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #9

 

Conjuntura, Arte e Cultura – Programa #8

 

Conjuntura, Arte e Cultura – Programa #7

 

Conjuntura, Arte e Cultura – Programa #6

 

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #5

 

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #4

 

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #3

 

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #2

 

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #1



Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #9 - 02 de novembro de 2025 - domingo, às 21h - Cia. Fagulha

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #9

02 de novembro de 2025 - domingo, às 21h

Cia. Fagulha

 



Conjuntura, Arte e Cultura #9

 

 

Programa da Cia. Fagulha

AO VIVO: Domingo, às 21h.

Programa #9

02/11/2025.

 

 

Agenor Bevilacqua e Eça Pereira

conversam sobre conjuntura, arte e cultura (no Brasil e no mundo)

 

 

 

CONJUNTURA

 

 

Mundo

 

1. Eleições parlamentares na Argentina.

 

2. Pragmatismo chinês em negociações com os EUA.

 

 

Brasil

 

3. Chacina no Rio de Janeiro.

 

 

ARTE E CULTURA

 

Poema

Eu, etiqueta.

Carlos Drummond de Andrade.

ANDRADE, C. D. Obra poética, Volumes 4-6. Lisboa: Publicações Europa-América, 1989.

 

 

 

 

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Promoção continua: Para comemorar a condenação do chefe da organização criminosa golpista e de seus cúmplices, a Editora Cia. Fagulha concede 20% de desconto em seus títulos próprios até o final de novembro de 2025.

 

 

 

Conjuntura, Arte e Cultura – Programa #8

 

Conjuntura, Arte e Cultura – Programa #7

 

Conjuntura, Arte e Cultura – Programa #6

 

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #5

 

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #4

 

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #3

 

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #2

 

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #1



Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #4 - 19 de setembro de 2025 - sexta-feira, às 15h - Cia. Fagulha

 Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #4

19 de setembro de 2025 - sexta-feira, às 15h

Cia. Fagulha

 



Conjuntura, Arte e Cultura #4


 

 Novo Programa da Cia. Fagulha

AO VIVO: Sexta-feira, às 15h.

Programa #4

19/09/2025.

 

 

Agenor Bevilacqua e Eça Pereira

conversam sobre conjuntura, arte e cultura (no Brasil e no mundo)

 

 

 

CONJUNTURA

 

Brasil

Consequências da condenação de Bolsonaro.

Pretexto dado por Fux à extrema-direita.

PEC da bandidagem


Brasil / Mundo 

Redes sociais e seus impactos políticos 

 


ARTE E CULTURA

 

Filme

A noite sempre chega

Diretor: Benjamin Caron.

Com Vanessa Kirby, Julia Fox e outros.

 


Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #5

 

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #4

 

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #3

 

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #2

 

Conjuntura, Arte e Cultura - Programa #1

 

 

 

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Fagulha Entrevista – Êça Pereira – Os desafios da América Latina

 

Fagulha Entrevista – Êça Pereira

Os desafios da América Latina



Entrevista ao vivo - 13/02/2025, quinta-feira, às 18h


Fagulha Entrevista - Política internacional



Fagulha Entrevista

Êça Pereira

Os desafios da América Latina

 

Entrevista ao vivo - 13/02/2025, quinta-feira, às 18h

 

 

 

 

Fagulha Entrevista - Política internacional

 

Entrevista Êça Pereira (Historiadora-USP / Docente UFT)

para dialogar sobre as principais questões da Política internacional.

 

TEMAS

Os desafios da América Latina: 

Imperialismo estadunidense e As veias abertas da América Latina;

O risco do apagamento da memória e os Cem anos de solidão;

Como lidar com as ameaças da extrema-direita;

 

E demais questões enviadas pelos/as internautas.

 

 

*Êça Pereira, historiadora e pesquisadora de História das Américas da UFT. Pesquisa história intelectual, política e cultural do século XX latino-americano.

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Fagulha Entrevista - Maria Aparecida de Aquino - Historiadora-USP - Eleições 2024 e extrema-direita

 

Fagulha Entrevista

Maria Aparecida de Aquino - Historiadora-USP

Eleições 2024 e extrema-direita




Fagulha Entrevista: Maria Aparecida de Aquino

 


 

Fagulha Entrevista - Eleições 2024

 

Entrevista Maria Aparecida de Aquino - Historiadora-USP

para conversar sobre as eleições de 2024 e a extrema-direita.

 

TEMAS

·         Eleições 2024

·         Análise

·         Extrema-direita

·         08/01/2023

·         Bolsonarismo, bolsonarismo sem Bolsonaro

·         E demais questões enviadas pelos/as internautas.

 


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#Brasil

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Carta da Alemanha – I. Um país na encruzilhada. Por Flávio Aguiar

  

Carta da Alemanha – I. Um país na encruzilhada. Por Flávio Aguiar

 

Greve no setor ferroviário: movimento sindical alemão se reanima.

 

A semana que transcorreu entre 8 e 14 da janeiro tornou-se um símbolo da tensão que cresce na Alemanha.

Dois grandes movimentos marcaram estes dias.

O primeiro foi uma greve clássica, no sistema ferroviário, cuja espinha dorsal é a Deutsche Bahn (DB), uma empresa estatal que além dos trajetos de longa distância opera linhas regionais e parte do metrô da capital, Berlim (o sistema chamado de S-Bahn, onde o “S” significa “Schnell” - rápido).

Os grevistas - maquinistas dos trens de passageiros e de carga - reivindicam melhores salários e uma redução do tempo de trabalho de 38 para 35 horas semanais.

A DB tentou obter uma declaração de ilegalidade da greve junto a um tribunal de Frankfurt, sem sucesso. É a terceira greve temporária dos maquinistas desde novembro. A estimativa da própria empresa é de que desta vez a greve afetou 80% da circulação de trens no país. Coincidindo com uma forte onda de frio neste começo de ano, que mergulhou todo o país em temperaturas negativas por dias inteiros, a greve implicou uma redução notável na capacidade de locomoção dos usuários, afetando outros serviços.

Tempos atrás o governo alemão tentou privatizar a DB, sem sucesso, por falta de comprador interessado. Porém, para preparar a empresa para a venda, adotou uma série de medidas restritivas, “enxugando” pessoal e investimento. O resultado foi uma queda na eficiência das ferrovias alemãs, que deixaram de ter o perfil exemplar de pontualidade e qualidade de que desfrutavam no passado. As idas e vindas da COVID 19 e suas variantes a partir do começo de 2020 só agravou a situação, reduzindo por vezes o pessoal disponível.

O outro grande movimento da semana foi o de agricultores, que ocuparam as estradas e as ruas de cidades com seus tratores, bloqueando-as, em protesto contra os cortes nos subsídios por parte do governo, particularmente no que se refere ao financiamento do óleo diesel para o consumo dos veículos.

Neste caso, o que se observa é uma tentativa por parte de partidos conservadores, incluindo o radical Alternative für Deutschland (AfD), de extrema-direita, para capitalizar politicamente o movimento dos agricultores. Segundo as mais recentes pesquisas de intenção de voto, o AfD já se tornou a segunda força política na Alemanha, atrás apenas da conservadora União Democrata Cristã (CDU) e superando de longe todos os partidos que compõem a atual coligação do governo, o Partido Social Democrata (SPD) do chanceler Olaf Scholz, os Verdes e o liberal FDP. Por sua vez, a esquerda está em crise, com a dissolução da Linke e a formação de um novo partido, BSW, liderado pela deputada Sahra Wagenknecht, que emprestou suas iniciais para a sua sigla.

A situação desta semana mostrou a tensa encruzilhada em que se encontra a Alemanha, premida por uma inflação desestabilizadora que atinge sobretudo setores como agricultura, alimentação, energia e serviços, cujos preços vêm aumentando significativamente mais do que a média anual genérica que fica em torno de 10%. No setor da energia, por exemplo, duramente atingido pela ruptura do fornecimento do gás russo, devido à política de confronto com Moscou por causa da guerra na Ucrânia, a taxa de inflação superou os 40% anuais.

A crise subsequente reanimou o movimento sindical alemão, nos últimos anos amortecido por estratégias mais colaborativas com o capital, apesar dos duros cortes nos investimentos sociais e nos salários provocados pelas políticas de austeridade fiscal que imperam em quase toda a Europa, frequentemente implantadas pelos partidos socialistas ou social-democratas, com ajuda dos Verdes, como foi o caso na Alemanha.

Por outro lado, a mesma crise animou de vez a extrema-direita, que mobiliza corações e mentes com suas bandeiras demagógicas de fácil apelo, como a da xenofobia contra refugiados e imigrantes, particularmente os oriundos da África e do Oriente Médio. Tais bandeiras retrógradas se viram reforçadas pelo crescimento da islamofobia desde o ataque terrorista do Hamas em Israel no 7 de outubro e a brutal retaliação do governo de Benjamin Netanyahu contra toda a população palestina em Gaza e na Cisjordânia que vem matando crianças e mulheres em massa. Em toda a Europa, e a Alemanha não é exceção, a extrema-direita quer esconder seu passado tradicionalmente antissemita através do fomento da islamofobia, no que é ajudada pela política oficial de repressão contra simpatizantes dos Palestinos.

Em suma, o quadro é muito grave para um olhar progressista, pois a tendência atual é de que esta encruzilhada se transforme numa autoestrada para a extrema-direita, com o renascimento de práticas que lembram as do Terceiro Reich.

 

Flávio Aguiar, jornalista e escritor, é professor aposentado de literatura brasileira na USP. Autor, entre outros livros, de Crônicas do mundo ao revés (Boitempo).

 

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Potsdam e suas conferências. Por Flávio Aguiar

 

Potsdam e suas conferências. Por Flávio Aguiar


Palácio de Sans Souci - Potsdam

 

A cidade de Potsdam, ao lado de Berlim, é famosa por várias razões. Nela se alberga o Palácio de Sans Souci, onde o rei Frederico II, o Grande, da Prússia, passava seus verões, uma pérola em termos arquitetônicos e históricos.

Hoje nela também se alberga o Museu Barberini, aberto em 2017 no palácio restaurado que também serviu de residência temporária a Frederico II, com suas exposições maravilhosas — no presente com obras do pintor expressionista norueguês Edvard Munch.

Na ponte entre Potsdam e Berlim, durante a Guerra Fria, se realizavam as trocas de prisioneiros entre as potências do Ocidente, a Alemanha Ocidental, e a União Soviética e a Alemanha Oriental. Ver a propósito o filme “Bridge of Spies”, com Tom Hanks e grande elenco.

Potsdam também se tornou conhecida mundialmente por sediar a conferência que, reunindo Joseph Stalin (URSS), Harry Truman (EUA), o conservador Winston Churchill depois substituído pelo trabalhista Clement Atlee (Inglaterra), definiu entre 17 de julho e 02 de agosto de 1945 a divisão da Alemanha, da Áustria, de Viena e de Berlim entre as potências triunfantes da Segunda Guerra Mundial: além daquelas três, a alquebrada mas renascente França de De Gaulle.

Pois neste janeiro de 2024 Potsdam voltou a ganhar notoriedade em escala mundial graças a uma nova conferência, embora não tão retumbante quanto aquela de 1945.

Revelou-se no meio da segunda semana do mês que, em novembro do ano passado, realizou-se uma conferência secreta num de seus palácios. Desta vez reuniram-se ali representantes do partido Alternative fúr Deutschland (AfD), de extrema-direita, alguns empresários também adeptos da mesma tendência política, e o convidado especial, o austríaco Martin Sellner, líder do Movimento Identitário da Áustria. Este expôs seu projeto de “repatriamento” de alguns milhões de refugiados e imigrantes, vindos a Alemanha e Europa desde o “sul do mundo”, para fora do continente europeu. Destino: algum lugar do norte da África. “Repatriamento”? Expulsão, deportação, rejeição ou outra palavra menos decorativa. Em suma, para chamar as coisas pelos nomes que lhe são próprios, mais um projeto de “limpeza” étnica e social da Europa “pura” e “ameaçada” pelas “impurezas” d’além mar.

A notícia causou furor na Alemanha e alhures, até no Brasil. O AfD está sob investigação dos órgãos de segurança da Alemanha, suspeito de abrigar neonazismos. Se transformadas em acusações formais, e confirmadas, o partido poderia ser proibido e portanto fechado. Ao mesmo tempo, ele é hoje o segundo colocado em termos de intenções de voto no país, atrás apenas da União Democrata Cristã (CDU) e superando de longe os três partidos que compõem o atual governo, o Partido Social Democrata (SPD) do chanceler Olaf Scholz, os Verdes e o liberal FDP, uma espécie de antigo PFL brasileiro sem o arcaico coronelismo do hoje progressista Nordeste.

A comoção que tomou conta da mídia alemã deixou de lado um aspecto fundamental do acontecimento. Embora original pela sua composição, a tal de conferência em Potsdam segue uma tendência hoje espraiada no continente e a Alemanha não é exceção. Ou ao contrário: a extrema-direita a dita, porque a ela vem pautando, com suas propostas xenófobas, a política europeia como um todo.

Já faz mais de ano que o governo britânico do conservador Rishi Sunak vem tentando montar um programa de envio de refugiados e imigrantes indesejáveis para Ruanda, mediante remuneração. O programa só não foi adiante porque os tribunais britânicos vêm resistindo a aceitar a sua legalidade. Em meados do ano passado a União Europeia, representada pela sua presidente Ursula von der Leyen, acompanhada pela primeira-ministra italiana (de extrema-direita) Georgia Meloni, pelo então primeiro-ministro holandês Mark Rutte, assinaram em Túnis um acordo genérico com o presidente da Tunísia, Kavi Saled, envolvendo um montante de ajuda e investimento no país africano de um bilhão, cento e cinquenta e cinco milhões de euros, que prevê, entre outros dispositivos, uma contenção dos migrantes africanos que tentam por ali e através do Mediterrâneo chegar ao continente europeu. O acordo gerou muita polêmica, mas continua pairando sobre as levas de africanos que tentam fugir das condições duríssimas de vida em seus países para buscar um alívio utópico numa Europa que lhes é cada vez mais hostil ao mesmo tempo em que recebe de braços abertos os refugiados ucranianos porque, no fim de contas, estes são “europeus iguais”.

Para agravar este quadro complicado, a Alemanha e a União Europeia vêm mantendo uma posição complacente diante da contínua e cruel agressão do governo de Benjamin Netanyahu contra a população palestina em Gaza e na Cisjordânia. Ali se fala também na possibilidade de deportação de milhões de palestinos de Gaza para o Egito, em mais uma operação de “limpeza” étnica, social e política.

Para completar este debuxo já condenável, tais atitudes lembram a primeira proposta que circulou entre os governantes do Terceiro Reich para solucionar o “problema judaico”. Conhecida como o “Plano Madagascar”, formulada oficialmente em julho de 1940 por Franz Rademacher, o chefe do Departamento Judaico do Ministério de Relações Exteriores da Alemanha, ela previa a deportação de um milhão de judeus para aquela ilha do Oceano Índico. O bloqueio naval britânico impediu sua realização. Ela acabou sepultada de vez na conferência de Wannsee, em janeiro de 1942, em que se sacramentou a opção nazista pela “Solução Final” para “resolver” o “problema judaico” e outros (ciganos, “deficientes”, homossexuais, Testemunhas de Jeová, comunistas, prisioneiros de guerra, dissidentes, etc.), ou seja, o Holocausto.

A propósito: o bairro de Wannsee fica em Berlim, mas do outro lado do lago que a une a Potsdam.


Flávio Aguiar, jornalista e escritor, é professor aposentado de literatura brasileira na USP. Autor, entre outros livros, de Crônicas do mundo ao revés (Boitempo).

 

 

 

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Vídeo - A extrema-direita e o governo atual: os ecos da história no momento político contemporâneo. Por Renato Alencar Dotta

 Vídeo

A extrema-direita e o governo atual:

os ecos da história no momento político contemporâneo.

Por Renato Alencar Dotta






A extrema-direita e o governo atual: os ecos da história no momento político contemporâneo. Por Renato Alencar Dotta


Bibliografia sugerida:

 

BERTONHA, João Fábio. A direita radical brasileira no século XX: do monarquismo e das ligas nacionalistas ao fascismo e à ditadura militar (1889-2011). Studia Historica. Historia Contemporánea, v. 30, p. 133-150, 15 maio 2013.

CARVALHO, Luiz Maklouf. O cadete e o capitão - A vida de Jair Bolsonaro no quartel. São Paulo: Todavia, 2019.

DOTTA, Renato Alencar Dotta & SIMÕES, Renata Duarte. Matizes da Direita. As várias peças de um quebra-cabeças político. São Paulo: Todas as Musas, 2020.

TEITELBAUM, Benjamin R. Guerra pela eternidade: o retorno do tradicionalismo e a ascensão da direita populista. Campinas: Editora da Unicamp, 2020.




Renato Alencar Dotta é Mestre e Doutor em História Social pela Universidade de São Paulo. Professor experiente, é autor do livro Elementos Verdes – Os integralistas na mira do DOPS (1938-1981) (Todas as Musas, 2021), bem como coorganizou vários livros sobre a direita no Brasil e no mundo. É criador do grupo acadêmico GEINT (Grupo de Estudos sobre o integralismo) e do GT História das Direitas (vinculado à ANPUH nacional), do qual é coordenador nacional, e do qual fazem parte pesquisadores vinculados a universidades em vários estados e outros países. Atualmente leciona no Colégio Universitário da USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul) e no Centro Paula Souza.


Realização:

Editora Cia. Fagulha

www.ciafagulha.com.br




Colaboração:

Blog do Agenor Bevilacqua Sobrinho

http://agenorbevilacquasobrinho.blogspot.com/





A extrema-direita e o governo atual: os ecos da história no momento político contemporâneo. Por Renato Alencar Dotta

 

A extrema-direita e o governo atual:

os ecos da história no momento político contemporâneo.

Por Renato Alencar Dotta



Mediação
 Prof. Dr. Agenor Bevilacqua Sobrinho


 

QUANDO: 18/06/2021, das 19h às 21h

GRATUITO – via Google meet

Inscrições em: editora@ciafagulha.com.br

Envie seu nome e telefone.

 

Bibliografia sugerida:

 

BERTONHA, João Fábio. A direita radical brasileira no século XX: do monarquismo e das ligas nacionalistas ao fascismo e à ditadura militar (1889-2011). Studia Historica. Historia Contemporánea, v. 30, p. 133-150, 15 maio 2013.

CARVALHO, Luiz Maklouf. O cadete e o capitão - A vida de Jair Bolsonaro no quartel. São Paulo: Todavia, 2019.

DOTTA, Renato Alencar Dotta & SIMÕES, Renata Duarte. Matizes da Direita. As várias peças de um quebra-cabeças político. São Paulo: Todas as Musas, 2020.

TEITELBAUM, Benjamin R. Guerra pela eternidade: o retorno do tradicionalismo e a ascensão da direita populista. Campinas: Editora da Unicamp, 2020.

 

Renato Alencar Dotta é Mestre e Doutor em História Social pela Universidade de São Paulo. Professor experiente, é autor do livro Elementos Verdes – Os integralistas na mira do DOPS (1938-1981) (Todas as Musas, 2021), bem como coorganizou vários livros sobre a direita no Brasil e no mundo. É criador do grupo acadêmico GEINT (Grupo de Estudos sobre o integralismo) e do GT História das Direitas (vinculado à ANPUH nacional), do qual é coordenador nacional, e do qual fazem parte pesquisadores vinculados a universidades em vários estados e outros países. Atualmente leciona no Colégio Universitário da USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul) e no Centro Paula Souza.




 

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www.ciafagulha.com.br  

 


 

16 de julho - 52 anos da morte de Oduvaldo Vianna Filho, dramaturgo fundamental do teatro brasileiro no século XX. Por Maria Sílvia Betti

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